Por curiosidade, antes de criar este blog, verifiquei o que o Keywords Everywhere tinha a me dizer sobre esse termo de pesquisa: "blog". Depois de um pico em 2009, a quantidade de buscas sobre o tema começou a cair — o que, não surpreendentemente, coincide com a expansão do Facebook e posteriormente de outras redes sociais — até chegar, hoje, em menos de um quarto do que um dia foi. Em tempos de redes sociais vibrantes, YouTube dando voz a Deus e o mundo, plataformas de publicação literária e tudo o mais, por que raios criar um blog?
A resposta é simples: preciso escrever. Posso usar os recursos que quiser — uso muitos e apostem que ainda vou desbravar o YouTube —, mas nenhuma rede social pode me oferecer a experiência de escrita que tenho num blog. O Facebook chega perto, mas, convenhamos, não é ambiente propício a isso, o texto não fica bem alinhado, bem paragrafado, e é quase impossível de achar posts antigos sem perder um tempo imenso pesquisando. Sim, o que eu preciso é de um blog.
Não sei se alguém vai ler, ou, melhor dizendo, quantas pessoas lerão. Preciso, porém, de um ambiente para escrever, e, de imediato, tornar público. Um ambiente para textos literários e também outros, para falar de filmes, de devaneios, de tudo e de nada. É um blog, é exatamente um blog que eu preciso.
Coragem ou loucura? Ambos, ou nenhum, não me importa, coloquei isso no título só para ficar impactante. O fato é que preciso de um blog, e num blog é que a coisa vai acontecer. O gosto de pensar, escrever e publicar de imediato é fantástico, e ter um arquivo organizado é melhor ainda. Vamos ver o que consigo fazer por aqui. Que seja o começo de algo representativo.
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